quinta-feira, 31 de Julho de 2008
terça-feira, 29 de Julho de 2008
VOLUNTARIADO COSTA RICA 2010
CENTRO ECOLOGICO MALEKU ARARAF

CAPI CAPI
BEM VINDOS!
EM 2010 O PROGRAMA DE VOLUNTARIADO CONTINUA ABERTO!!
HA' MAIS ARVORES PARA PLANTAR, E IMENSO TRABALHO EM VARIAS AREAS 'A VOSSA ESPERA :)
INFORMAMOS QUE TODOS OS CONTACTOS DEVEM SER FEITOS DIRECTAMENTE PARA A COSTA RICA ATRAVÉS DO LUIS DENNIS.
A DANIELA E O HELDER JA REGRESSARAM A PORTUGAL E E' OBRIGATORIO VER O BLOG TRILHOS PURA VIDA, NO LINK DOS FAVORITOS. E'UMA DELICIA!
VEJAM AS FOTOS DOS VOLUNTÁRIOS QUE PARTICIPARAM EM 2008, NO ARQUIVO DO BLOG EM CENTRO ARARAF!
RECOMENDAMOS LEITURA OBRIGATÓRIA DO TEXTO DA ANA PAIS, QUE PARTICIPOU NESTA EXPERIÊNCIA NA COSTA RICA EM 2008.
ESTÁ PUBLICADO EM PORTUGAL NA REVISTA DE VIAGENS LUXURY TRAVEL & SAFARIS OU EM WWW.MAGAZINETRAVELSAFARIS.COM
Este centro agradece a colaboração de pessoas interessadas em fazer voluntariado por um período mínimo de duas semanas.
As áreas de voluntariado são:
1- ÁRVORES E VIVEIROS - Reflorestar - Plantar árvores e plantas que se encontram actualmente em perigo de extinção e das quais estes índios fabricam as suas vestes tradicionais, o seu artesanato, instrumentos musicais, alimentação, medicina.
Criar um jardim botânico de plantas medicinais, usadas tradicionalmente para prevenir e curar doenças.

2 - LIMPEZA - Limpar e manter cuidados os jardins do centro e os “senderos”, caminhos bem determinados, que permitem aos viajantes e turistas poder caminhar na floresta primaria e conhecer inúmeras espécies de animais e plantas endémicas.
3 - ARTESANATO – Acompanhar todo o processo de fabrico manual e artesanal das peças de artesanato, talhar, esculpir e pintar (máscaras, “pupas”, paus de chuvas, tambores, arcos e flechas, cerâmica, etc.)
4 - INFORMÁTICA / BIOLOGÍA – Apoio para identificação e registo de diversas espécies animais, plantas, rios, etc., em idioma maleku, espanhol e científico.
Indispensável trazer câmara fotográfica e computador pessoal.
(Adaptadores de corrente eléctrica podem ser comprados em San José)

REQUISITOS PEDIDOS: SABER COMUNICAR EM ESPANHOL!
Para confirmar a sua presença neste projecto o Centro Ecológico Araraf solicita o envio por e-mail de cópia do bilhete de viagem para este destino nas datas antes mencionadas.
CONTACTOS:
LUIS DENNIS
00 506 8390540
00 506 8884250
centroecologicomalekuararaf@yahoo.es
lmalekuinfo@yahoo.com
www.centroecologicomaleku.com
CONDIÇÕES OFERECIDAS PELO CENTRO:
ALOJAMENTO, ALIMENTAÇÃO E DIVERSÃO.
Alojamento em casa de cimento muito simples, dois quartos e sala ampla onde se podem colocar colchões, WC, água canalizada, electricidade, máquina de lavar roupa.
Por favor trazer toalhas de banho pessoal, saco camas e rede anti-mosquitos.
Possibilidade de acampar.
Para acampar indispensável trazer tenda e acessórios de campismo, como saco cama, colchão, lanterna, etc.
Alimentação composta por três refeições, pequeno almoço, almoço e jantar, constituídas essencialmente por alimentos tradicionais indígenas, frutas tropicais, cocos, bananas, abacates, papaias... Deliciosos tubérculos como yuca, ñame, ñampi, tisqique, milho, palmito, feijão., arroz... E peixe, para os não vegetarianos.
Diversão consiste essencialmente em caminhadas na floresta primária, idas aos rios que ficam dentro da reserva, para banhos ou pescar; a cerca de 20 minutos por táxi existem bares com karaoke, etc.
As visitas ou tours a sítios atractivos fora da reserva (como por exemplo, vulcões, hot springs, cascatas, rio celeste, canopy, etc) poderão, se pedidas com antecedência, ter os índios como guias mas todas as despesas serão pagas pelos voluntários.
Na reserva, a cerca de dois km do Centro Ecológico Araraf existem uma mercearia e um telefone público, para telefonar a melhor opção será comprar cartões de chamadas internacionais, à venda em toda a parte.
A cerca de 20 minutos da reserva, em Guatuso, pode-se encontrar: Internet, fax, centro de cópias, banco nacional com maquina Multibanco, correios, clínica médica, supermercados, lojas de roupa, calçado, macrobiótica, estação de serviço. Em La Fortuna, a cerca de uma hora em bus, será possível alugar automóveis, motos, quads, etc.
DIRECÇÕES:
Por bus, autocarro público - desde a capital, San José, apanhar bus com destino a La Fortuna, Guatuso, na estação (parada) de San Carlos .
Depois de chegar a La Fortuna apanhar bus para Guatuso(fica a cerca de uma hora e pouco).
Chegando a Guatuso, a melhor opção para chegar à reserva é por táxi, cerca de 20 minutos, com custo de 10 dólares.
Por bus, perguntar pelo bus para Palenque Tonjibe, mais demorado, cerca de 1 dólar.
Serviço não está disponível aos sábados e domingos, pois é o bus escolar.Uma aventura!
Por carro, tomar direcção para San Ramon, depois seguir para La Fortuna, na estrada que liga La Fortuna a Guatuso virar à esquerda à vista do sinal pintado a mão “ Bien venidos a reserva indígena margarita e tonjibe”.
Por serviço de transporte rodoviário privado contactar com bastante antecedência
http://www.interbusonline.com/ ou http://www.graylinecostarica.com/.
Por avioneta, mais rápido e mais caro, por favor consultar informação em http://www.natureair.com/ e http://www.flysansa.com/.
ALOJAMENTO, ALIMENTAÇÃO E TRANSPORTES NA CAPITAL, SAN JOSÉ:
À chegada recomendamos o serviço de táxi do aeroporto, compra-se o bilhete no próprio edifício do Aeroporto, junto à porta de saída.
Nos táxis públicos pedir sempre para ligar a “maria” (contador).
Durante o dia é seguro andar a pé no centro da cidade, nalgumas zonas atenção aos carteiristas.
De noite mais vale jogar pelo seguro e viajar sempre por táxi.
Hostel Casa Ridgway – http://www.amigosparalapaz.org/ – cerca de 10 dólares por pessoa em dormitório com pequeno-almoço.
Hotel Brilla Sol - http://www.hotelbrillasol.com/ – cerca de 50 dólares quarto. Ao lado do aeroporto, 20 m da capital.
Conveniente fazer reserva antecipadamente.
Na recepção dos hotéis haverá sempre alguém feliz por prestar todas as informações solicitadas, além de mapas da cidade.
Perto do Hostel Casa Ridgway encontra-se o restaurante SHAKTI com excelente opções naturais, locais e vegetarianas.
Também ao lado desde Hostel, na Plaza de Democracia, localiza-se o Museu Nacional, com um jardim das mariposas que recomendamos vivamente. (http://www.museonacional.com/)
Sugerimos igualmente pelo menos uma visita ao mercado central, para sentir o pulsar e a vibração da capital.
Na capital encontra varias agências de “rent a car” e alguns centros comerciais modernos com lojas de marca e supermercados onde se pode comprar tudo o que faz falta.
RECOMENDAMOS TRAZER OU COMPRAR À CHEGADA OS SEGUINTES PRODUTOS:
Acessórios pessoais de higiene e pequeno estojo de primeiros socorros, etc.
Adaptador de corrente eléctrica
Repelente de insectos, rede mosquiteira, protector solar, cama de rede leve, etc.
Binóculos, roupa leve e confortável para muito calor e também umas mangas compridas para temperaturas mais frescas, calçado todo-o-terreno, poncho para a chuva, boné, etc.
Na Costa Rica existe a marca Bioland com vários produtos naturais, desde sabonetes e cremes, a massas e arroz integral, etc.
No momento da partida, o Aeroporto Internacional Juan Santa Maria cobra uma taxa de saída, cerca de 15 Dólares.

CAPI CAPI
BEM VINDOS!
EM 2010 O PROGRAMA DE VOLUNTARIADO CONTINUA ABERTO!!
HA' MAIS ARVORES PARA PLANTAR, E IMENSO TRABALHO EM VARIAS AREAS 'A VOSSA ESPERA :)
INFORMAMOS QUE TODOS OS CONTACTOS DEVEM SER FEITOS DIRECTAMENTE PARA A COSTA RICA ATRAVÉS DO LUIS DENNIS.
A DANIELA E O HELDER JA REGRESSARAM A PORTUGAL E E' OBRIGATORIO VER O BLOG TRILHOS PURA VIDA, NO LINK DOS FAVORITOS. E'UMA DELICIA!
VEJAM AS FOTOS DOS VOLUNTÁRIOS QUE PARTICIPARAM EM 2008, NO ARQUIVO DO BLOG EM CENTRO ARARAF!
RECOMENDAMOS LEITURA OBRIGATÓRIA DO TEXTO DA ANA PAIS, QUE PARTICIPOU NESTA EXPERIÊNCIA NA COSTA RICA EM 2008.
ESTÁ PUBLICADO EM PORTUGAL NA REVISTA DE VIAGENS LUXURY TRAVEL & SAFARIS OU EM WWW.MAGAZINETRAVELSAFARIS.COM
Este centro agradece a colaboração de pessoas interessadas em fazer voluntariado por um período mínimo de duas semanas.
As áreas de voluntariado são:
1- ÁRVORES E VIVEIROS - Reflorestar - Plantar árvores e plantas que se encontram actualmente em perigo de extinção e das quais estes índios fabricam as suas vestes tradicionais, o seu artesanato, instrumentos musicais, alimentação, medicina.
Criar um jardim botânico de plantas medicinais, usadas tradicionalmente para prevenir e curar doenças.

2 - LIMPEZA - Limpar e manter cuidados os jardins do centro e os “senderos”, caminhos bem determinados, que permitem aos viajantes e turistas poder caminhar na floresta primaria e conhecer inúmeras espécies de animais e plantas endémicas.
3 - ARTESANATO – Acompanhar todo o processo de fabrico manual e artesanal das peças de artesanato, talhar, esculpir e pintar (máscaras, “pupas”, paus de chuvas, tambores, arcos e flechas, cerâmica, etc.)
4 - INFORMÁTICA / BIOLOGÍA – Apoio para identificação e registo de diversas espécies animais, plantas, rios, etc., em idioma maleku, espanhol e científico.
Indispensável trazer câmara fotográfica e computador pessoal.
(Adaptadores de corrente eléctrica podem ser comprados em San José)

REQUISITOS PEDIDOS: SABER COMUNICAR EM ESPANHOL!
Para confirmar a sua presença neste projecto o Centro Ecológico Araraf solicita o envio por e-mail de cópia do bilhete de viagem para este destino nas datas antes mencionadas.
CONTACTOS:
LUIS DENNIS
00 506 8390540
00 506 8884250
centroecologicomalekuararaf@yahoo.es
lmalekuinfo@yahoo.com
www.centroecologicomaleku.com
CONDIÇÕES OFERECIDAS PELO CENTRO:
ALOJAMENTO, ALIMENTAÇÃO E DIVERSÃO.
Alojamento em casa de cimento muito simples, dois quartos e sala ampla onde se podem colocar colchões, WC, água canalizada, electricidade, máquina de lavar roupa.
Por favor trazer toalhas de banho pessoal, saco camas e rede anti-mosquitos.
Possibilidade de acampar.
Para acampar indispensável trazer tenda e acessórios de campismo, como saco cama, colchão, lanterna, etc.
Alimentação composta por três refeições, pequeno almoço, almoço e jantar, constituídas essencialmente por alimentos tradicionais indígenas, frutas tropicais, cocos, bananas, abacates, papaias... Deliciosos tubérculos como yuca, ñame, ñampi, tisqique, milho, palmito, feijão., arroz... E peixe, para os não vegetarianos.
Diversão consiste essencialmente em caminhadas na floresta primária, idas aos rios que ficam dentro da reserva, para banhos ou pescar; a cerca de 20 minutos por táxi existem bares com karaoke, etc.
As visitas ou tours a sítios atractivos fora da reserva (como por exemplo, vulcões, hot springs, cascatas, rio celeste, canopy, etc) poderão, se pedidas com antecedência, ter os índios como guias mas todas as despesas serão pagas pelos voluntários.
Na reserva, a cerca de dois km do Centro Ecológico Araraf existem uma mercearia e um telefone público, para telefonar a melhor opção será comprar cartões de chamadas internacionais, à venda em toda a parte.
A cerca de 20 minutos da reserva, em Guatuso, pode-se encontrar: Internet, fax, centro de cópias, banco nacional com maquina Multibanco, correios, clínica médica, supermercados, lojas de roupa, calçado, macrobiótica, estação de serviço. Em La Fortuna, a cerca de uma hora em bus, será possível alugar automóveis, motos, quads, etc.
DIRECÇÕES:
Por bus, autocarro público - desde a capital, San José, apanhar bus com destino a La Fortuna, Guatuso, na estação (parada) de San Carlos .
Depois de chegar a La Fortuna apanhar bus para Guatuso(fica a cerca de uma hora e pouco).
Chegando a Guatuso, a melhor opção para chegar à reserva é por táxi, cerca de 20 minutos, com custo de 10 dólares.
Por bus, perguntar pelo bus para Palenque Tonjibe, mais demorado, cerca de 1 dólar.
Serviço não está disponível aos sábados e domingos, pois é o bus escolar.Uma aventura!
Por carro, tomar direcção para San Ramon, depois seguir para La Fortuna, na estrada que liga La Fortuna a Guatuso virar à esquerda à vista do sinal pintado a mão “ Bien venidos a reserva indígena margarita e tonjibe”.
Por serviço de transporte rodoviário privado contactar com bastante antecedência
http://www.interbusonline.com/ ou http://www.graylinecostarica.com/.
Por avioneta, mais rápido e mais caro, por favor consultar informação em http://www.natureair.com/ e http://www.flysansa.com/.
ALOJAMENTO, ALIMENTAÇÃO E TRANSPORTES NA CAPITAL, SAN JOSÉ:
À chegada recomendamos o serviço de táxi do aeroporto, compra-se o bilhete no próprio edifício do Aeroporto, junto à porta de saída.
Nos táxis públicos pedir sempre para ligar a “maria” (contador).
Durante o dia é seguro andar a pé no centro da cidade, nalgumas zonas atenção aos carteiristas.
De noite mais vale jogar pelo seguro e viajar sempre por táxi.
Hostel Casa Ridgway – http://www.amigosparalapaz.org/ – cerca de 10 dólares por pessoa em dormitório com pequeno-almoço.
Hotel Brilla Sol - http://www.hotelbrillasol.com/ – cerca de 50 dólares quarto. Ao lado do aeroporto, 20 m da capital.
Conveniente fazer reserva antecipadamente.
Na recepção dos hotéis haverá sempre alguém feliz por prestar todas as informações solicitadas, além de mapas da cidade.
Perto do Hostel Casa Ridgway encontra-se o restaurante SHAKTI com excelente opções naturais, locais e vegetarianas.
Também ao lado desde Hostel, na Plaza de Democracia, localiza-se o Museu Nacional, com um jardim das mariposas que recomendamos vivamente. (http://www.museonacional.com/)
Sugerimos igualmente pelo menos uma visita ao mercado central, para sentir o pulsar e a vibração da capital.
Na capital encontra varias agências de “rent a car” e alguns centros comerciais modernos com lojas de marca e supermercados onde se pode comprar tudo o que faz falta.
RECOMENDAMOS TRAZER OU COMPRAR À CHEGADA OS SEGUINTES PRODUTOS:
Acessórios pessoais de higiene e pequeno estojo de primeiros socorros, etc.
Adaptador de corrente eléctrica
Repelente de insectos, rede mosquiteira, protector solar, cama de rede leve, etc.
Binóculos, roupa leve e confortável para muito calor e também umas mangas compridas para temperaturas mais frescas, calçado todo-o-terreno, poncho para a chuva, boné, etc.
Na Costa Rica existe a marca Bioland com vários produtos naturais, desde sabonetes e cremes, a massas e arroz integral, etc.
No momento da partida, o Aeroporto Internacional Juan Santa Maria cobra uma taxa de saída, cerca de 15 Dólares.
COSTA RICA
Situada no coração da América Central, banhada pelo Oceano Pacífico e pelo Atlântico na costa do Caribe, entre a Nicarágua e o Panamá, esta nação orgulha-se de ter dado o primeiro passo rumo à paz com a abolição do exército e dos militares no final da década de 40.
Apesar da actual invasão de alguns países para ali desenvolverem mega projectos turísticos, a Costa Rica é um paraíso para os amantes da natureza já que conserva cerca de 6% da Biodiversidade do planeta.
Quatro cordilheiras cruzam o país de norte a sul.

Estas cordilheiras oferecem uma paisagem deslumbrante com vulcões activos com lava incandescente, montanhas, bosque nubloso e florestas primárias, vastas planícies, rios, cascatas, ilhas e praias tropicais de sonho.
O clima inter tropical divide-se em duas épocas, a seca (de Dezembro a Maio) e a estação das chuvas (de Maio a Novembro).
“Pura vida! “ é a expressão nacional que caracteriza a alegria natural dos seus habitantes.
Os “ticos” são amáveis e quase sempre dispostos a ajudar quem os visita.
O idioma oficial é o espanhol, embora cada povo indígena tenha ainda o seu próprio idioma.
A moeda nacional é o Colon.
1 Euro equivale a cerca de 630 Colones.
Aceita Euros, Dólares e cartões bancários como Visa, Visa Electron, etc.
Há máquinas de Multibanco.
A diferencia horária para a Europa é de cerca de 7/ 8 horas menos.
O prefixo para telefonemas internacionais é 00 506.
HISTÓRIA E CULTURA MALEKU
UMA LENDA ANTIGA DESTA TRIBO…
“ CARACCHE”
Uma vez um índio semeou umas sementes de cacau e acontece que as frutas desapareciam misteriosamente.
Um dia, o índio escondeu se e viu umas pessoas muito pequeninas chegar ao pé da árvore.
Como não chegavam à árvore foram subindo um por cima do outro até alcançar as frutas.
Conta esse mesmo índio que nesse dia se descobriu finalmente como se faziam os cacaus.
Quando os “ caracche” (duendes) viram o índio baixaram-se e saíram a correr...
“MALEKU” SIGNIFICA “YO SOY YO MISMO”

Os índios Maleku outrora caçadores, conhecidos como “os índios guerreiros do rio frio” habitam a região norte do país, na província de Alajuela, entre os Vulcões Arenal e Tenório.
Apenas foram descobertos pelos conquistadores há cerca de duzentos anos devido à sua extraordinária capacidade de se ocultar e camuflar na paisagem.
Viviam em cerca de de 16 palenques, cada um com o seu próprio rei ou shaman, e em total harmonia com a natureza.
Os índios Maleku identificam-se completamente com todos os animais e ainda hoje acreditam que todas as pessoas tem dentro de si o espírito de um animal.
Actualmente já não praticam caça, pois muitas espécies estão ameaçadas,
Distribuídos em três palenques, Sol, Margarita e Tonjibe, cultivam milho, yuca, plátano e pejibaye. Praticam pesca nos rios.
A uma árvore se deve o quase total desaparecimento desta tribo.
Milhares de índios perderam a vida numa luta com povos da Nicarágua a defender a “hule”, a chamada árvore-da-borracha.
Há cerca de dois séculos, lutando apenas com machados, arcos e flechas contra armas de fogo não puderam evitar o massacre e a perda de território.
Apesar disso, hoje não guardam qualquer rancor contra nicaraguenses, considerados como “irmãos”.
Esta tribo enfrenta um grave problema genético.
Actualmente restam apenas cerca de 600 indígenas, quase todos parentes entre si, o que impossibilita os matrimónios e a descendência dentro da comunidade.
Outro dos problemas que enfrentam é a luta pelo direito à terra, aos seus territórios sagrados. A lista é grande.

Os Malekus são pacíficos e dóceis, bastante reservados, tem idioma próprio e grande parte da cultura e tradições estão bem conservadas.
Algumas dessas tradições são no entanto sagradas, e por isso mesmo secretas.
Os anciãos da tribo desconhecem praticamente o idioma espanhol e são muito reservados, especialmente no que toca a ser fotografados.
Actualmente e felizmente, as crianças indígenas Maleku aprendem o seu idioma maleku jaika e sua cultura desde muito cedo, e alguns só mais tarde o espanhol.
“ CARACCHE”
Uma vez um índio semeou umas sementes de cacau e acontece que as frutas desapareciam misteriosamente.
Um dia, o índio escondeu se e viu umas pessoas muito pequeninas chegar ao pé da árvore.
Como não chegavam à árvore foram subindo um por cima do outro até alcançar as frutas.
Conta esse mesmo índio que nesse dia se descobriu finalmente como se faziam os cacaus.
Quando os “ caracche” (duendes) viram o índio baixaram-se e saíram a correr...
“MALEKU” SIGNIFICA “YO SOY YO MISMO”

Os índios Maleku outrora caçadores, conhecidos como “os índios guerreiros do rio frio” habitam a região norte do país, na província de Alajuela, entre os Vulcões Arenal e Tenório.
Apenas foram descobertos pelos conquistadores há cerca de duzentos anos devido à sua extraordinária capacidade de se ocultar e camuflar na paisagem.
Viviam em cerca de de 16 palenques, cada um com o seu próprio rei ou shaman, e em total harmonia com a natureza.
Os índios Maleku identificam-se completamente com todos os animais e ainda hoje acreditam que todas as pessoas tem dentro de si o espírito de um animal.
Actualmente já não praticam caça, pois muitas espécies estão ameaçadas,
Distribuídos em três palenques, Sol, Margarita e Tonjibe, cultivam milho, yuca, plátano e pejibaye. Praticam pesca nos rios.
A uma árvore se deve o quase total desaparecimento desta tribo.
Milhares de índios perderam a vida numa luta com povos da Nicarágua a defender a “hule”, a chamada árvore-da-borracha.
Há cerca de dois séculos, lutando apenas com machados, arcos e flechas contra armas de fogo não puderam evitar o massacre e a perda de território.
Apesar disso, hoje não guardam qualquer rancor contra nicaraguenses, considerados como “irmãos”.
Esta tribo enfrenta um grave problema genético.
Actualmente restam apenas cerca de 600 indígenas, quase todos parentes entre si, o que impossibilita os matrimónios e a descendência dentro da comunidade.
Outro dos problemas que enfrentam é a luta pelo direito à terra, aos seus territórios sagrados. A lista é grande.

Os Malekus são pacíficos e dóceis, bastante reservados, tem idioma próprio e grande parte da cultura e tradições estão bem conservadas.
Algumas dessas tradições são no entanto sagradas, e por isso mesmo secretas.
Os anciãos da tribo desconhecem praticamente o idioma espanhol e são muito reservados, especialmente no que toca a ser fotografados.
Actualmente e felizmente, as crianças indígenas Maleku aprendem o seu idioma maleku jaika e sua cultura desde muito cedo, e alguns só mais tarde o espanhol.
ECO TURISMO NA COSTA RICA
Férias Ecológicas na Tribo Maleku
NATUREZA *** HISTÓRIA *** CULTURA
A Costa Rica é um paraíso natural com cerca de 6% da biodiversidade do nosso planeta!
Banhada pelos Oceanos Pacífico e Atlântico possui praias de sonho, florestas virgens e vulcões em actividade.
É morada permanente de mais de 200 espécies de mamíferos, cerca de 1.500 espécies de orquídeas e de árvores, mais de 190 tipos de bromélias, mais de 7.000 espécies de plantas e arbustos, cerca de 900 espécies de aves nativas, mais de 35.000 espécies de insectos (com cerca de 2.000 espécies de borboletas diurnas e cerca de 4.500 nocturnas), pelo menos 160 espécies de anfíbios, cerca de 220 espécies de répteis e um pouco mais de 1.000 espécies de peixes, entre muitos outros seres.

Neste pequeno país situado entre a Nicarágua e o Panamá existem várias opções para passar férias. Nós preferimos as mais ecológicas!
Das 24 Reservas Indígenas criadas pelo governo apenas meia dúzia conserva vivos os costumes e tradições ancestrais, como as crenças, as cerimónias e os idiomas.
Maleku é uma tribo da Costa Rica localizada na Reserva Indígena de Guatuso, no norte do país.

Cerca de 600 indígenas habitam os três “palenques”, Sol, Margarita e Tonjibe.
Actualmente, a economia desta comunidade assenta na venda de artesanato (em todas as famílias existe pelo menos um artesão) e de alguns projectos de turismo ecológico e cultural.
As casas típicas, os “ranchos” foram substituídas por moradias mais modernas oferecidas pelo governo (não respeitando os costumes da tribo, como o fogo, presença permanente, indispensável e sagrada em todas as moradias, ou o costume de enterrar os mortos dentro de casa, no chão de terra).

No entanto, ainda é possível desfrutar e sentir a boa energia da natureza transposta para a construção tradicional à base de bambu e folhas de palmeira.
A sua dieta tem sofrido bastantes alterações com a globalização mas o prato preferido dos Malekus continua a ser fruta, vegetais raízes e tubérculos, e peixe. A caça tem vindo a diminuir radicalmente, o que se deve essencialmente, à ameaça de desaparecimento de muitas espécies. Entre elas, os próprios Malekus, pois também enfrentam um grave problema genético por serem poucos e os laços familiares já não permitirem o matrimónio e os filhos dentro da tribo.
Recentemente, com receio de que a desflorestação e a globalização acabem por destruir o que lhes resta de mais sagrado, os Malekus resolveram partilhar alguns tesouros da sua herança cultural.
Abriram aos turistas as portas das suas casas, dos seus corações e das suas tradições.
Todos estes projectos fazem parte de uma visão ecológica orientada para a protecção e conservação quer dos recursos naturais, muitos deles ameaçados de extinção, quer da herança cultural, além da própria sobrevivência económica da comunidade.
NATUREZA *** HISTÓRIA *** CULTURA
A Costa Rica é um paraíso natural com cerca de 6% da biodiversidade do nosso planeta!
Banhada pelos Oceanos Pacífico e Atlântico possui praias de sonho, florestas virgens e vulcões em actividade.
É morada permanente de mais de 200 espécies de mamíferos, cerca de 1.500 espécies de orquídeas e de árvores, mais de 190 tipos de bromélias, mais de 7.000 espécies de plantas e arbustos, cerca de 900 espécies de aves nativas, mais de 35.000 espécies de insectos (com cerca de 2.000 espécies de borboletas diurnas e cerca de 4.500 nocturnas), pelo menos 160 espécies de anfíbios, cerca de 220 espécies de répteis e um pouco mais de 1.000 espécies de peixes, entre muitos outros seres.
Neste pequeno país situado entre a Nicarágua e o Panamá existem várias opções para passar férias. Nós preferimos as mais ecológicas!
Das 24 Reservas Indígenas criadas pelo governo apenas meia dúzia conserva vivos os costumes e tradições ancestrais, como as crenças, as cerimónias e os idiomas.
Maleku é uma tribo da Costa Rica localizada na Reserva Indígena de Guatuso, no norte do país.

Cerca de 600 indígenas habitam os três “palenques”, Sol, Margarita e Tonjibe.
Actualmente, a economia desta comunidade assenta na venda de artesanato (em todas as famílias existe pelo menos um artesão) e de alguns projectos de turismo ecológico e cultural.
As casas típicas, os “ranchos” foram substituídas por moradias mais modernas oferecidas pelo governo (não respeitando os costumes da tribo, como o fogo, presença permanente, indispensável e sagrada em todas as moradias, ou o costume de enterrar os mortos dentro de casa, no chão de terra).

No entanto, ainda é possível desfrutar e sentir a boa energia da natureza transposta para a construção tradicional à base de bambu e folhas de palmeira.
A sua dieta tem sofrido bastantes alterações com a globalização mas o prato preferido dos Malekus continua a ser fruta, vegetais raízes e tubérculos, e peixe. A caça tem vindo a diminuir radicalmente, o que se deve essencialmente, à ameaça de desaparecimento de muitas espécies. Entre elas, os próprios Malekus, pois também enfrentam um grave problema genético por serem poucos e os laços familiares já não permitirem o matrimónio e os filhos dentro da tribo.
Recentemente, com receio de que a desflorestação e a globalização acabem por destruir o que lhes resta de mais sagrado, os Malekus resolveram partilhar alguns tesouros da sua herança cultural.
Abriram aos turistas as portas das suas casas, dos seus corações e das suas tradições.
Todos estes projectos fazem parte de uma visão ecológica orientada para a protecção e conservação quer dos recursos naturais, muitos deles ameaçados de extinção, quer da herança cultural, além da própria sobrevivência económica da comunidade.
CENTRO ECO CULTURA MALEKU TAFA

Localizado na Reserva Indígena Maleku Palenque Tonjibe este é um projecto familiar que pretende dar a conhecer ao visitante a herança e as tradições da cultura Maleku e as maravilhas naturais da fauna e flora da região de Guatuso, na província de Alajuela.
O nome deste projecto é um tributo à memória de um dos últimos grandes lideres desta comunidade, Wilson Morera Elizondo, mais conhecido por Tafa.
Pessoa de grande sabedoria e visão, amado por uns, odiado por outros, é no entanto inquestionável que hoje em dia, a sobrevivência deste povo se deve de algum modo aos seus sonhos destemidos e arrojados de resgatar a sua própria cultura.
Aqui o visitante será muito bem recebido, com simplicidade mas com o mesmo tipo de respeito que certamente era atribuído aos deuses pelos antepassados Malekus.
A carinhosa família de Tafa, constituída por Ângela, Wendy, Iqui, Haley, Jamild, Romeld, Wladimir, Kenneth, Evaristo e os pequenos Ataf e Abril, tudo fará para que se sinta em casa, feliz e com todas as necessidades satisfeitas.
Se conseguir abrir o seu coração ganha seguramente uma nova família, e, na despedida não conseguirá evitar lágrimas por partir e desejo de voltar.

Eco Cultura Maleku Tafa oferece:
Artesanato
Cabinas Rústicas
Comida Tradicional Indígena
Caminhadas na Floresta
Plantas Medicinais
Rio Celeste
Aprendizagem do Idioma
Cerimónias Sagradas
Artesanato – Desde as chicaras ou “ pupas”, pedaços de casca de fruta usadas como pratos e copos no passado, às peças de cerâmica, máscaras e tambores feitos com pele de iguana, é possível além de comprar, assistir e aprender o processo de fabrico artesanal.
Alojamento – Dormida em construções típicas, os “ranchos”, construídos com bambu, madeira e tecto de folha de palmeira “suíta”.

Simples, asseado e confortável. Despertar de manhã ao som dos tucanos é uma experiência sublime.

Refeições – Deliciosas comidas típicas, cozinhadas com produtos locais e ingredientes naturais, alguns deles cultivados na reserva. A nossa preferida é a famosa sopa de yuca e a salada fria de pamito. De lamber os beiços!
Caminhadas na floresta – Passeios a pé no bosque primário com guia nativo onde é possível relaxar totalmente ao som das aves e dos riachos cristalinos. Respirar ar 100% puro. Contacto com árvores sagradas para os Maleku. Observação e aprendizagem dos hábitos (e simbolismos) de várias espécies de animais selvagens, como macacos, iguanas, rãs, etc.
Plantas medicinais – Conheça o poder medicinal de algumas plantas endémicas preventivas e curativas de doenças para as quais muitas vezes a medicina convencional não tem resposta, como por exemplo a infertilidade, para a qual o remédio natural indígena é 100 garantido. Retire uma folha doutra árvore e esfregue no corpo. Além de ficar bronzeado naturalmente os mosquitos não o vão massacrar. Mastigue um pouco da folha de “anestesia ” e ficará surpreendido (além da boca dormente)!
Rio Celeste – Como o próprio nome indica, não deixe de visitar este lugar sagrado, apreciar a natureza e banhar-se nas suas águas termais e nas cataratas de água azul cor do céu. Marcar com a família com alguma antecedência. Fica na base do Vulcão Tenório. Um delírio para todos os sentidos. Descobrirá alguns que nem imaginava possuir.

Cerimónias sagradas – Conheça o idioma e as roupas tradicionais elaboradas a partir de casca de árvores. Viaje através dos tempos e deixe-se mergulhar num universo mágico. No final pode juntar-se à dança em volta do fogo pedindo protecção para a Mãe Natureza.
Para consulta de preços, reservas ou marcações por favor
Contacte:
(506) 24640443
ecocultura_malekutafa@hotmail.com
ofeliamoreracastroiqui@hotmail.com
rommeldmorera@gmail.com
www.maleku2007.blog.com
RESTAURANTE / JARDIM BOTÂNICO EL MALEKU

Este é mais um projecto indígena que honra e divulga verdadeiras pérolas da cultura Maleku de uma forma muito especial.
À beira do rio, com o Vulcão Arenal (em actividade permanente) como pano de fundo, EL MALEKU fica a cerca de 1.5 km de La Fortuna na estrada de San Ramon.
Inclui entre outros, um Sitio Arqueológico classificado pelo Museu Nacional de Costa Rica, um Mariposário e um Restaurante Típico.
Se quiser provar a melhor “ Chicha” (bebida indígena tradicional), aprender a falar Maleku Jaica ou desvendar o simbolismo das diferentes e inúmeras espécies de borboletas da Costa Rica, acertou em cheio. Está no sítio certo.
Antes de se aventurar neste sonho de partilhar as tradições da sua cultura, Koren viajou pelo mundo e aprendeu a falar vários idiomas.
Hoje, ensina o seu idioma na Reserva Indígena Maleku e no EL MALEKU a quem o queira aprender.
Com a colaboração da sua esposa, a simpática e doce Ileana, transformou este sítio num lugar de paragem obrigatória para quem visita a Costa Rica.
Também aqui terá o privilégio de sentir na pele o verdadeiro significado das “ boas vindas “ indígenas. E claro, também aqui facilmente deixará o seu coração.
Restaurante/Jardim Botânico El Maleku oferece:
Artesanato
Sítio Arqueológico
Comidas e Bebidas Típicas
Jardim Botânico
Mariposário e Ranário
Aprender Idioma
Rituais e Cerimonias
Artesanato – Tambores, máscaras, paus de chuva, colares e brincos feitos com sementes, além da explicação da simbologia sagrada de cada animal ou objecto pintado ou esculpido. Como sempre, o dinheiro da venda vai directamente para a família do artesão que elaborou a peça.
Sítio Arqueológico – Mais de 2.000 anos de história. Inclui um cemitério indígena. Saiba tudo sobre morte e vida na cultura Maleku. As cerimónias fúnebres eram muito alegres, pois acreditava-se que o espírito de quem morria partia rumo a um lugar melhor. No mini museu pode descobrir através de algumas peças originais pré-colombianas qual era a alimentação tradicional dos indígenas e a valor que era atribuído ao cacau.

Comidas e Bebidas Típicas – Saborosos e super económicos pratos típicos preparados por Ileana. Mais uma vez recomendamos plátano, milho e yuca.
Para acompanhar a refeição nada melhor que provar a bebida sagrada dos povos indígenas da América Central. Fermentada a partir de alimentos naturais, a “Chicha” continua a ser tradicionalmente usada em ocasiões especiais e cerimónias. Forte, intensa, deliciosa. A melhor que provámos.
Jardim Botânico – Espaço de pura fantasia, perfeito para podermos deslumbrar os sentidos com as cores, formas e perfumes de cerca de 50 espécies de Orquídeas, 20 espécies de Bromélias, cerca de 40 espécies de Plantas Medicinais, 150 espécies de Helicónias e conhecer as suas poderosas propriedades medicinais. Com tantas flores magníficas, já se sabe, o encontro com Colibris (Beija-flores) e outras aves é inevitavelmente uma alegria.
Mariposário e Ranário – Deixe-se seduzir por esta maravilha da natureza. Acompanhe todas as fases do desenvolvimento de várias espécies de borboletas e aprenda o significado da palavra “Fufu” numa lenda misteriosa da cultura Maleku. As pequenas rãs venenosas, símbolo da Costa Rica, “Blue Jeans Frog”, “Comando, “Vidro” e Red Eyes” são as nossas favoritas para fotografar.

Aprender Idioma Nativo – Kapi kapi! Com horários bastante flexíveis pode aproveitar as aulas para aprender este idioma, classificado como língua Chibcha e também para se divertir. Saiba como “afepakiam” significa obrigada ou “naturrucu” igual a amor. Os índios Malekus são óptimos professores por natureza. Carinhosos, pacientes, persistentes. Não perca. Risos e gargalhadas garantidos. Natoie!
Rituais e Cerimónias – Assistir ao vivo a estes tesouros da tradição Maleku e do património cultural da Costa Rica é um acontecimento único. Um luxo. Não perca as cerimónias intituladas “A conquista de la muchacha” e “ Quem vai ser o novo líder da tribo”. Sem palavras. As fotos falam por si.

Para consulta de preços, reservas ou marcações por favor
Contacte: (Ileana Salazar ou Koren)
(506) 2-47-9-76-75 ou telefone móvel celular 8327-80-33
malekutribeofcr@hotamail.com
www.maleku.com
Para além das opções de férias anteriormente mencionadas, existem mais duas em Palanque Tonjibe que também recomendamos, pela brilhante qualidade e segurança dos serviços prestados, e pela simpatia e amabilidade cativante dos seus guias com todos os turistas que recebem.
